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8 de março – Dia internacional das mulheres, uma inspiração!

TODO DIA É DIA DE SER MULHER

Criar e recriar é uma habilidade que muitas mulheres têm desenvolvido. A criatividade tem muita conexão com os nossos sentidos: visão, audição, sentimentos, paladar, odores e o famoso toque feminino que é bem especial, que só as mulheres têm!

Temos manifestações naturais de criatividade quando procuramos viabilizar várias formas para resolver um problema e nos posicionamos no mundo oferecendo o que há de melhor dentro de nós. Essa criatividade pode surgir das mais diversas formas e nas mais diversas áreas da vida.

É na execução das obrigações diárias que colocamos em prática o pensamento criativo para cumprir cada etapa. E quanto mais praticamos a criatividade, melhor ficamos nessa prática.

Nem sempre é fácil arriscar, sem medo de errar, em busca dos melhores resultados possíveis. E quando estamos bloqueadas na nossa criatividade precisamos desenvolver melhor nossa visão sistêmica e acolher novas oportunidades com resiliência. É também importante apoiar, valorizar e aplaudir a criatividade singular que cada mulher tem na manifestação da sua produção criativa.

Portanto, ser mulher é ser mais capaz e é não conhecer a palavra “desistência”.

Ser mulher é amar como se respira e tornar mais simples o que um dia foi difícil.

Parabéns para todas as mulheres!

 

Por: Sônia de Cássia Lopes Henriqueta, psicóloga – Voluntária

 

TODO DIA É DIA DE SER MULHER

Sou mulher e amo ser mulher, e sou uma mulher que amo e respeito os homens. Amo viver a fragilidade e a força que o ser feminino vive por natureza.

Hoje refleti tudo o que eu já vivi, já passei, já senti por ser mulher, coisas positivas e negativas, coisas necessárias e coisas difíceis, coisas já externalizadas e coisas que guardo para mim. E pensei também, o tanto que muitas mulheres vivem e sentem na pele e que talvez eu nunca viva. Somos feitas de dores, de lutas, de santidade, de luz, de escuridão, de garra, de força, mas também de fraqueza. Somos pontes, somos guias, e ah se soubéssemos de verdade o quanto temos de poder… poder de edificar mas também de destruir.

Eu Carol, sou uma mulher doidinha, e muitos me dizem isso, e eu digo que se eu não fosse assim não teria coragem para muitas coisas… tenho força de leoa e fragilidade de uma borboleta, que tem necessidade de liberdade, e acima de tudo necessidade de AMOR.

Dentro da Família Belém também tenho vários papéis e um deles é o de liderança e nem sempre é fácil, mas o amor que tem dentro de mim me faz ser realizada em ser muito para o outro. Amo mesmo, me doou mesmo, penso mais no outro que em mim às vezes, mas é da minha essência, do meu coração, e sou feliz assim. A liderança me permite chegar no coração de muitos, me faz estar aberta, me faz me sentir mãe sem ter filho, me faz amar e experimentar um grau alto de doação e amor, e sou feliz!

A maternidade vivida pela mulher nem sempre é aquela que gera uma vida no ventre, mas às vezes gera no coração.

Quero aqui pra encerrar tirar meu chapéu, me curvar, fazer reverência a todas as mulheres, que são as mães, esposas, trabalhadoras, filhas, amigas, e que se superam todo dia diante da vulnerabilidade que vivem, que vence uma batalha por dia para cuidar da casa e da família. Aprendo todo dia com cada mulher que recorre a nós pedindo socorro, ajuda, pois superam suas vergonhas em prol do amor pela família. Vocês são exemplo para nós. E também parabenizo as mulheres que ajudam a carregar o projeto, que são voluntárias, que ajudam a levar o Projeto para o alto, para o céu, para a luz, que são suporte, âncora e colocam todo amor em tudo que fazem pelo bem do próximo! Meu respeito e amor a todas!

E o Projeto tem uma Mãe, a mais bela das mulheres, que carrega todas nós, que cuida de nós, que nos ampara e nos ajuda a olhar para o outro com compaixão e a aproximar todos os corações para Deus, que é Maria. Que Ela nos ensine e nos eduque na dor e no amor.

 

Por: Caroline Moraes de Freitas, administradora – Voluntária

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